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Agentes de IA para clínicas multi-unidade

O seu sistema guarda o prontuário e a agenda — e faz isso bem. O trabalho está em tudo que orbita os dois: a confirmação, a fila de espera, a guia, a glosa, o laudo, o repasse.

São sete e meia da manhã e a recepção já tem trinta e duas confirmações para fazer. Liga, não atende, manda mensagem, espera. Duas pessoas desmarcaram ontem à noite e ninguém teve tempo de chamar a fila de espera. Às nove horas, dois horários vão ficar vazios com o médico já na sala.

Nada disso é falta de sistema. O seu grupo tem software de gestão, quase sempre um bom software: iClinic, Feegow, Amplimed, GestãoDS. O prontuário está lá, a agenda está lá, a guia sai de lá. O problema não é o sistema. É tudo que orbita os dois.

É esse trabalho que assumo como Head de IA & Automação, um diretor de IA em regime fracionado.

“Já temos sistema. Onde você entra?”

É a primeira pergunta de praticamente todo dono de clínica, e é a pergunta certa. A resposta cabe numa linha: o sistema guarda o prontuário e a agenda; o trabalho está em tudo que orbita os dois.

Um sistema de gestão registra a consulta depois que ela foi marcada. Não liga para confirmar, não chama a fila de espera quando alguém desmarca e não recorre da glosa dentro do prazo. E não calcula o repasse de cada médico.

Sistema de registro se compra e nunca se reconstrói — o argumento está inteiro em construir ou comprar IA. O que ninguém vende pronto são as costuras entre o WhatsApp da recepção, o portal do convênio, a planilha do repasse e o sistema de gestão. É aí que os agentes de IA entram.

O horário vago das nove da manhã custa mais do que qualquer software de gestão.”

Onde as horas realmente vão

Sete lugares, mais ou menos em ordem decrescente de retorno.

Vale dizer o que boa parte disso é: automação comum, não IA. Mais barata, mais confiável e mais fácil de auditar. Uso modelos onde ler e redigir ajudam de verdade: o laudo que chegou em PDF e a carta de recurso de glosa.

O que permanece humano

O atendimento clínico. A decisão terapêutica. A conversa difícil com o paciente. E a relação com o corpo clínico, que é o que segura um grupo multi-unidade de pé.

Nada do que construo dá diagnóstico, sugere conduta ou responde a paciente sem alguém no meio. Os sistemas confirmam, organizam, conferem e avisam. As horas da equipe ficam com o critério que só ela tem.

Dado de saúde é dado sensível. Isso muda o projeto.

Antes de qualquer sistema, esta conversa. Dado de saúde é dado sensível sob o Art. 11 da LGPD. O regime é mais restrito que o de dado comum, com bases legais próprias: tutela da saúde, consentimento específico e destacado.

Daí a posição que assumo, e que deixo clara já na primeira ligação. A automação fica na órbita do prontuário: confirmação, agenda, faturamento, documentos. O prontuário em si fica onde está, no sistema que a clínica já usa e pelo qual já responde. Não é ali que eu mexo.

Quatro coisas saem com todo sistema que construo aqui.

Se a clínica quiser um atalho que mova dado de paciente para onde é conveniente, eu digo não. É desconfortável e é exatamente o ponto. Prefiro ser a pessoa que levanta o assunto antes do cliente.

Isto é como eu trabalho com o tema, não é parecer jurídico. Não substitui o seu advogado nem o seu encarregado de dados.

Como funcionam os noventa dias

Prazo fixo, escopo fixo, tudo entregue nas mãos da sua equipe.

Dias 1–14
Diagnóstico pago

R$ 8.000, creditados integralmente no contrato se seguirmos adiante. Entrevistas com o dono, a recepção, o faturamento e a coordenação de cada unidade. Uma auditoria dos fluxos e do que o seu sistema de gestão permite integrar. E um roadmap ranqueado por retorno, que fica com a empresa, siga ela adiante ou não.

Dias 15–90
Jovadan 90

Três sistemas funcionando, um a cada trinta dias, construídos na stack da empresa. Integrados ao sistema de gestão que já existe e ao WhatsApp por onde o paciente fala. Cada um vem com monitoramento, uma suíte de avaliação para que a qualidade não caia em silêncio e um kill switch nas mãos do dono.

Dia 90
Transferência

Um runbook de uma página por sistema, transferência integral da propriedade intelectual e a equipe treinada para tocar tudo sem mim. Implementado, não apresentado.

Não é para todo grupo de clínicas

Três desqualificações honestas. Se o grupo já tem TI interna construindo isso, não precisa de mim: precisa deixá-la trabalhar. Se o comprador é uma estrutura corporativa com departamento de compras, e não um dono que assina, o meu formato não cabe.

E se você quer um fornecedor que entregue uma coisa e suma, uma agência atende melhor. Aqui a sua equipe fica dona do que for construído e sabe operá-lo sem mim.

Quanto custa

O Jovadan 90 custa R$ 40.000 nos termos de Clientes Fundadores e R$ 60.000 no padrão, parcelável em até 3 vezes. A continuação é opcional e mês a mês: R$ 10.000 no padrão, R$ 7.000 travado para Clientes Fundadores e R$ 4.000 no nível mais leve. Tudo começa pelo diagnóstico de R$ 8.000, creditado integralmente.

A comparação usual: um executivo de tecnologia custa de R$ 40 a 60 mil por mês, todo mês. A conta que interessa aqui é outra, e é mais folgada que em distribuição ou indústria. Saúde roda com 10 a 18% de margem líquida e 15 a 25% de EBITDA. A quinze por cento, R$ 40.000 equivalem ao lucro de cerca de R$ 265 mil faturados.

Por isso o roadmap do diagnóstico vem ranqueado por retorno, e não por sofisticação. O detalhamento completo está em quanto custa um Head de IA & Automação.

O perfil que atendo bem é um grupo multi-unidade com R$ 10 a 30 milhões de faturamento por ano. O comprador é o dono ou sócio-diretor, que assina sozinho e ainda tem decisão demais passando por ele.

Saúde é o segundo maior empregador de São José dos Campos, com 16.649 pessoas: mais gente do que o setor aeroespacial.

O primeiro projeto documentado da Jovadan foi com a Carol Coelho Náutica, de outro setor: intermediação náutica, não saúde. O que se transfere é o formato do problema. Primeira resposta e follow-up correndo por WhatsApp, com a dona no centro de cada um deles.

Perguntas frequentes

Já temos sistema de gestão. Onde entram os agentes de IA?

O sistema guarda o prontuário e a agenda; o trabalho está em tudo que orbita os dois. O iClinic ou o Feegow registra a consulta depois que ela foi marcada, mas não confirma o paciente, não chama a fila de espera e não recorre da glosa. Alguém faz isso por telefone e WhatsApp, em cada unidade, todo dia. Os agentes de IA ficam nessas costuras, e escrevem no sistema que a clínica já usa.

Dado de paciente é dado sensível. Como a LGPD entra nisso?

Dado de saúde é dado sensível sob o Art. 11 da LGPD, com bases legais próprias. Por isso a automação fica na órbita do prontuário: confirmação, agenda, faturamento e documentos. O prontuário continua onde está, no sistema pelo qual a clínica já responde. Todo sistema sai com os dados no ambiente da própria clínica, registro de quem acessou o quê e kill switch nas mãos do dono. Isto é como eu trabalho, não é parecer jurídico.

Quanto custa o projeto?

Um diagnóstico pago de duas semanas por R$ 8.000, creditado integralmente no contrato. Depois, um valor fixo pelos noventa dias do Jovadan 90: R$ 40.000 nos termos de Clientes Fundadores ou R$ 60.000 no padrão, parcelável em até 3 vezes. A continuação é opcional, mês a mês: R$ 10.000 no padrão, R$ 7.000 travado para Clientes Fundadores e R$ 4.000 no nível mais leve.

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